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24.2.11

Exclusivo: Volvemos con La Ilustración es Mujer, con la brasileña Andrea Ebert

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1. Qué técnicas utilizas a la hora de dibujar?


Todas as técnicas que puder - vejo muito o conceito da ilustração para depois usar a técnica.

2. Cómo trabajaste en las ilustraciones del libro Branca de Neve?
O texto é feito no estilo cordel - e fiz como se fosse uma xilogravura - com textura de madeira. Usei illustrator e depois photoshop. Pintei uma madeira depois gravei num papel e depois scaneie.

3. Cómo llegas a una profesión que no se caracteriza por tener muchas mujeres en ella?
Antigamente para mim - ilustrador era cartonista - e só conhecia homem nesta profissão - depois com o tempo - vi que a ilustração é pode ser explorada de várias maneiras. E nesta hora me vi na profissão.
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4. Cuál es la característica femenina que imprimes a tus trabajos?
Sou formada em moda - então uso muito tecido e acessórios. Mas acho que a praticidade feminina me ajuda muito nesta profissão.



5. Cuánto tiempo te ha llevado hacer Jantar formal y Festa no ape, para la Revista Época?
Como sempre o editor pediu com urgencia - me ligou de manhã e a tarde tinha que estar pronta.
VidaUtilÉpoca2
6. Dónde encontrás la inspiración para hacer estas obras?


Uso muito o meu cotidiano e o universo da internet.

7. Cuáles son tus influencias? ¿Cuáles fueron tus maestros?
Antes de ilustrar pintava toalha e lençois com os quadros de Matisse e Miró - Eles me ajudaram muito ver a cor e a forma.
Tudo que me emociona e tem paixão me influencia muito.
Fiz um curso intensivo com Charles Watson no Rio de Janeiro do qual recomendo para todos que usam da linguagem visual para sobreviver.
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16.2.11

Exclusivo: Cordel From Hell

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El ilustrador brasileño Samuel Casal tardó 30 días en terminar su último trabajo. "A literatura de Cordel muitas vezes narra histórias de embates contra o diabo e assombrações lendas. Como me gusta a estetica do terror e os temas infernais, fue una homenagem. Como uma releitura underground".
A Casal le gusta romper un poco con lo que significa este tipo de literatura para los brasileños, porque el Cordel es muy tradicional, es arte popular. "Yo hice una releitura rock and roll underground (fue la primera en mi nuevo atelier en mi garage) como posters y ilustraciones".
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Qué me podés decir de la 4?
Gostei bastante do movimento e equilibrio de preto e branco, coisas que são desafios na gravura, pois você trabalha a arte em negativo e espelhada na matriz.
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Y de la 7?
Una de mis mas preferidas tb, além da composição, estas gravuras são as primeiras em que eu exploro mais o traço preto (linha negra) na construção da imagem, o q eu não fazia nas primeiras gravuras, onde a arte dependia principalmente da linha branca e nesta 7, mais uma vez atingi a harmonia.
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(Fotografía de Julio Cavalheiro)
Si querés conocer la serie completa de Cordel From Hell, entrá en Chillart, ahora.
Cuando Samuel Casal nos presentó a los mejores ilustradores del Brasil en Visualmente:
>> Carlos Henrique Iotti, el maestro
>> Fábio Zimbres, el Ronaldinho de las artes gráficas
>> Gilmar Fraga, el misterioso

14.2.11

Exclusivo: El miércoles te mostramos lo último del artista brasileño Samuel Casal

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Este miércoles, el artista brasileño Samuel Casal nos muestra su último trabajo y nos cuenta cómo trabajó. Fue uno de nuestros primeros invitados en la sección Brazil que creamos en 2005, casi enseguida de haber creado Visualmente. Él acaba de trabajar en una nueva serie llamada "Cordel From Hell", que consta de catorce ilustraciones con una temática muy cercana al imaginario popular de Brasil, y cuya estética es la preferida por este ilustrador de Florianópolis de 37 años. Es el director de arte del Diário Catarinense, y que ha colaborado como ilustrador freelancero en publicaciones como Caros Amigos, Você S/A, Exame Info, Macmania, Mundo Estranho, Superinteressante, Folha de São Paulo, entre otras.
La serie "Cordel From Hell" que Casal hizo a fines del año pasado tiene que ver con la literatura popular que "narra histórias de embates contra o diabo e assombrações". Nuevamente, las ilustraciones de ésta serie son realizadas por la técnica que domina el brasileño, la gravura, como te mostramos aquí. Este miércoles, "Cordel From Hell" explicado por su autor.

28.1.11

Exclusivo: Bicicleta Sem Freio en Visualmente

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Este power trío de Goiania, en el centro de Brasil, será el pretexto para volver con una de nuestras sección más poderosas, Brazil. Por allí pasaron los mejores creadores brasileños, en post escritos en portugués. Desde Gilmar Fraga(Terceras Jornadas Universitarias sobre Diseño de la Información), Iotti, Samuel Casal, Fabio Marra(Quintas Jornadas Universitarias sobre Diseño de la Información), Alessandra Kalko, Orlando Pedroso, Bianca Grassetti, Fabio Zimbres, Leo Tavejnhansky y Márcio Fernandes, hasta el gran evento IlustraBrasil! 2, entre otros. Ahora volvemos a la carga con un reportaje coral a los integrantes de Bicicleta Sem Freio (Bicicleta sin frenos). Douglas de Castro, Victor Rocha y Renato Reno, nos contaron, en exclusivo para Visualmente, cómo trabajan, qué los inspira y cuáles son sus técnicas predilectas, entre otras cuestiones. También les preguntamos por el nombre: Por que é chamado Bicicleta Sem Freio?
Queríamos um nome que não despertasse nada nas pessoas. Que elas não esperassem um estúdio com milhares de apostas e sim um grupo de ilustradores com vontade de desenhar e sem saber onde as coisas vão dar.
Pronto, en Visualmente.
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A continuación la melhor selección de profesionales del Brasil:
Los ilustradores que pasaron Visualmente:
>> La ilustración de la semana (de Samuel Casal)
>> Paso a paso en una gravura de Casal
>> El gran Samuel Casal
>> Carlos Henrique Iotti, el maestro
>> Fábio Zimbres, el Ronaldinho de las artes gráficas
>> Gilmar Fraga, el misterioso
>> Lo melhor de la semana: Fábio Zimbres por Samuel Casal
>> No ataque sempre!

La cobertura de IlustraBrasil! 2:
>> IlustraBrasil! 1: La ilustración es sólo brasileña
>> IlustraBrasil! 2: Um forum nunca feito
>> IlustraBrasil! 3: Los últimos retoques
>> IlustraBrasil! 4: La inauguración
>> IlustraBrasil! 5: La primera mesa redonda

Y más posts con aroma y sabor carioca:
>> La alegría es sólo brasileña
>> La infografía de la semana (del diario Folha de São Paulo)
>> Um é pouco
>> Mídia impressa em franca decadência: O Jornalismo, os peixes e os cartões telefônicos
>> Não houve retoque fotografico

28.6.10

Exclusivo: Cómo hacer posters de películas conceptuales

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Hablamos, en exclusiva para Visualmente, con el director de arte brasileño Pedro Vidotto, creador de unos afiches de cine bastante conceptuales.
1. Como você veio para fazer estes posters de filmes?
Eu sempre gostei do conceito minimalista, da leveza gráfica e da mensagem pictórica. Penso que se pode dizer muito com o "mínimo de esforço." Um dia me deparei com a obra de Exegian e achei simplesmente fantástico: resumir todo o conceito de uma série de televisão em poucas linhas e cores realmente me inspirou. Então, eu decidi fazer pôsteres dos meus filmes favoritos.
bastards
2. Como foi o processo criativo de Inglorious Bastards?

Este foi particularmente difícil. Muitas das imagens que poderiam ser usadas como um símbolo do filme eram vagas e não me satisfaziam. Eu decidi escolher um item de uma cena que eu gostei. Escolhi, então, a cena em que alguns personagens participam de um jogo cujo objetivo é adivinhar o personagem de uma carta.
killbill
3. Você trabalhou primeiro com uma caneta digital ou diretamente? O software que você usa?
Diretamente em digital. Vetorizados no Illustrator e finalizados no Photoshop.

4. Quão rapidamente o desempenho de cada um dos cartazes?

Isso depende muito. Alguns são muito rápidos para dizer a verdade, estes são filmes que já tem uma mensagem particular já formada na minha cabeça, como O Mágico de Oz ou UP. Outros, no entanto, precisam de um esforço extra, como Inglorious Bastards. Todo o processo - a idealização, a escolha de cores e acabamento - pode variar de 30 minutos a três dias.
Avatar
5. Qual tem sido o mais complicado, como não encontrar um conceito rapidamente.
O mais difícil foi Avatar. Como em Inglorious Bastards, não achei um conceito coerente. Eu vi o filme umas 4 vezes antes de conseguir uma imagem suficientemente forte. Decidi escolher uma cena favorita de novo. Acho a cena da árvore muito bonita, na qual todos se unem para salvar a cientista (Sigourney Weaver), e então decidi usá-la. A parte mais difícil foi resumir a cena (ou a idéia), em um único símbolo. O resultado, penso eu, foi a mensagem que vi no filme inteiro, cada indivíduo é parte de um todo.
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6. Você está trabalhando em novos projectos semelhantes aos cartazes de filmes?
Não efetivamente, mas eu tenho várias idéias. Mas é segredo. ;)

22.4.09

La primera tapa (capa) de Placar


Te contamos que en Brasil salía un nuevo diario gratuito, y fuimos los únicos. Además su director de arte, Alex Borba, nos relató cómo trabajó en el nuevo proyecto Placar. Hoy te mostramos la primera tapa, con la que salió a la calle.

21.4.09

Exclusivo: Te presentamos el Jornal Placar

exclusivo para
Mañana sale a la calle un nuevo diario gratuito en Brasil. Se trata de Placar, que tendrá 80.000 ejemplares y se centrará en São Paulo. Llegará a tener 32 páginas, con un formato tabloide 280 x 350 mm. A continuación, su director de arte, Alex Borba, nos presentará, en exclusiva para Visualmente, el nuevo diario. También nos adelantará que las tipografías que piensa usar son United y Serif para títulos, mientras que la Mercury Text para el texto.

ALEX (Por Alex Borba) O Jornal Placar, o primeiro diário da Editora Abril, líder absoluta do segmento impresso no Brasil, (re)estreia amanhã, 22 de abril de 2009, gratuito, distribuído em mais de 200 pontos da cidade de São Paulo, em parceria com o também gratuito Destak.
A nova publicação abre um precedente inédito no ramo de jornal dentro do Grupo, o que por si só já é notícia. Ponta de lança da Abril, seu processo de implantação e seu projeto editorial podem (e devem) servir de modelo para outras publicações do gênero na casa em um futuro próximo.

A brincadeira do título se refere ao time de experts contratato para a operação. Desde Celso Miranda, que encabeçou a operação da charmosa revista Vip e a fez líder de mercado, passando por colunistas de peso e grife como Luciano Burti (automobilismo), Paulo Bonfá (humor) e Arnaldo Ribeiro (redator-chefe da Placar, tática), entre outros, e pelos editores Marcos Sérgio Silva e Marcelo Monteiro (texto) e Alex Borba (arte), além de um elenco engajado de mais seis repórteres e quatro designers.
O gramado foi montado no quinto andar do novo prédio da Abril em tempo recorde: dez dias de montagem e a redação estava pronta para encarar o desafio de se fazer jornal dentro da expertise de mais de 50 anos revistas da Abril. A quantidade de processos e setores envolvidos mostra o empenho com que este Grupo aposta em seu craque mirim.
A segunda fase do projeto que se inicia hoje dá sequência ao piloto que circulou por um mês e 22 edições entre novembro e dezembro passado, em uma operação de sucesso que balançou a rede da concorrência esportiva paulistana.
A expectativa é que o jornal ganhe, logo em seus primeiros passos, a notoriedade e respeito que a marca Placar demorou quase 40 anos para construir. A receita parece simples: textos dinâmicos, jovens e antenados, com uma abordagem muito mais descontraída e polêmica. O projeto gráfico, da equipe de arte da Placar, vem ao encontro da necessidade editorial e traz a versatilidade típica dos mais modernos veículos de mídia, aliada ao zelo e à qualidade de revistas típicas da Abril.

Quando fui convidado para implantar o Jornal da Placar, há cerca de 20 dias, não tinha idéia do que poderia acontecer... Já sabia do projeto anterior (na época, ainda estava como editor de arte da concorrência, no LANCE!, onde chefiei a arte por 10 anos) e temia, naquela casa, o estrago que o novo periódico poderia causar no mercado. Mas foi dentro da Abril que pude provar a diferença brutal que o planejamento e o investimento pontual podem fazer por uma implantação. Inútil escapar da comparação mais imediata e de outras, de veículos anteriores pelos quais passei. Já varei N noites em claro em redações e pela primeira vez não tive este desprazer. Parte porque o projeto já estava em andamento, embora inativo. Parte porque, aqui na Abril, parece que a seriedade e o objetivo final sobrepõem reuniões e embargos hierárquicos. Deve ser culpa do RH (risos) ou da cultura da redação que dá espaço aos profissionais executarem seus planos e decisões baseados na confiança e com apenas uma supervisão virtuosa – bola pra frente mesmo.
O resultado poderá ser acompanhado, de segunda a sexta-feira, nos principais pontos da cidade de São Paulo. O descompromisso de um projeto editorial voltado às vendas deve tornar o Jornal Placar realmente o porta-voz independente da massa torcedora, do apaixonado por futebol e esportes, que gosta de ter sua inteligência e seu bom gosto bem tratatos, como é de costume na Abril.
Força, Jornal Placar, o gramado, a pista, a quadra e o verbo agora são todos seus!

20.8.08

Perdió Brasil. Ganó el Folha.

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Cada vez que Argentina y Brasil se enfrentan en fútbol, el Folha de San Pablo demuestra porque está varios pasos adelante de prensa impresa de latinoamérica. Ya lo habíamos mostrado hace dos años, cuando el Folha del italiano Massimo Gentile nos ofrecía esas portadas (capas) con un discurso fotógrafico aplastante, verdadero manifiesto del periodismo visual que se viene. Con fotografías contando una historia nueva, con títulos divididos en tres partes que lograban que el drama invadiera la portada, con una puesta en página que rompe la grilla, el Folha logró tener una presencia >> única.
Hoy Gentile no está, pero está el brasileño Fabio Marra, a quien supimos traer a nuestras Quintas Jornadas Universitarias sobre Diseño de Información del año pasado.
Ahora la derrota no era contra Francia, sino peor. Argentina le había pegado tres golpes demoledores al orgullo brasileño y buscábamos quién sería el guapo que se animaría a hablar seriamente de esto. Cuando había sido lo de Francia (julio de 2006), los diarios de Brasil en su dura competencia acusaban al Folha de ser anti-brasileño o pro-argentino, por sus portadas en contra del seleccionado. Entonces la elección no se haría esperar demasiado. Quisimos repetir la experiencia y el propusimos a Marra que nos mandara lo que verían los lectores de Brasil, antes de que saliera a la calle.
"A derrota do Brasil no futebol vai ser certamente a capa do nosso caderno especial Pequim e deve ser também a foto principal da primeira página", nos contaba a pocas horas de la derrota, en caliente. Pero ya establecía una diferencia con los demás, a la hora de editar el material fotográfico. "As fotos são lindas e pretendemos trabalhar com a emoção das fotografias". Porque la cosa, en periodismo visual, no pasa por la buena toma, sino por la toma que dice algo, que cuenta una historia (como dijimos en Caracas, recientemente).
Y esa idea, ese concepto, era el mismo de Gentile, cuando hablaba de la importancia de buscar un discurso distinto en la construcción del periodismo deportivo impreso. El, cuando tenía que elegir con Marra, pensaba en que era lo que tenía que decir esa imagen.
"É uma foto de amor, não de football. Tal vez por isso que ela é muito bonita". A continuación, en exclusiva para VisualMente, la explicación del director de arte del Folha de San Pablo, el gran Fabio Marra.

Caído, sozinho, pequeno, distante, triste

ESPORTE
1fabio(Por Fabio Marra) Olimpíadas por aqui ainda tem um gosto que não sabemos muito bem como digerir. Nada se compara ao período de Copa do Mundo, quando as fábricas param, as escolas fecham e o ar não se mexe para unidos assistirmos as partidas. As Olimpíadas estão literalmente mais distantes. Desta vez ainda mais distantes, do outro lado do planeta, pelas madrugadas.
De qualquer forma perder não é propriamente um sentimento que agrada. Ainda mais perder para a Argentina, por mais distante que aconteça...
Dessa vez o tempo jogou a favor da redação, bem diferente da seleção brasileira de futebol, que jogou verdadeirmente contra e perdeu para os rivais por 3 a 0.
Hard news com oito horas para produção é privilégio de poucas edições.
O fatídico jogo que tirou o Brasil da disputa inédita pelo ouro olímpico terminou pouco antes do meio dia, no horário brasileiro, e então vamos lá.
Mãos a obra...

O tom crítico dado pela equipe de esportes do jornal e as explicações para a derrota ficou bastante claro na capa do caderno especial Pequim 2008: o descaso dos dirigentes, a falta de treinos, jogadores em péssimas condições físicas e o despreparo dos atletas foram os responsáveis, resumidas de forma bastante eficiente na palavra Desleixo, que tem o significado de descuido, dejadez, negligência, abandono.
Equipe de esportes e a designer Renata Steffen optaram por trabalhar com a fotografia da festa argentina ainda em campo e a desolação brasileira. E não perderam o bom humor ao brincar com fotografia menor em cima, do time de vôlei e o irônico título: País do Vôlei. Uma vez que nem a equipe feminina e nem a masculina ainda nos deixaram na mão.
O jogo de contrastes de fotos com os dois grupos, o forte tom crítico do título Desleixo e o título menor País do vôlei fazem desta uma das melhores capas da cobertura olímpica.
A primeira página do jornal optou pela linha oposta, mostrando em lindíssima fotografia o jogador Rafael Sobis. Caído, sozinho, pequeno, distante, triste, assim como foi a atuação da equipe brasileira. O texto acertadamente apontou para o fato: Genro de Maradona afunda do Brasil.
Bem, com as derrotas podemos aprender e até mesmo levar alguma vantagem, não é mesmo? Se existe alguma nesse caso é que na madrugada de sábado podemos estar dormindo ou fazendo qualquer outra coisa. Podemos até estar torcendo para a Nigéria, mas não necessáriamente com os olhos colados na televisão.
esporte2
(Ah! O logotipo do caderno Pequim 2008 não tem espaço fixo. Se mexe na página
em função da combinação gráfica e estética, e o I Ching (ideograma chinês
que acompanha o logo) é a resposta a uma pergunta diária e diferente feita e
respondida por um especialista. Divertido e curioso...)

2.7.08

Que bueno es Bueno

foto
No somos primos (Baruch quiere decir Bueno). El ilustrador brasileño Daniel Bueno ha pasado por el Folha de São Paulo y el Diário de Pernambuco, y por las revistas Exame, Superinteressante, Macmania, Ciência Hoje y Meio & Mensagem. Su estilo muy original merecía su lugar en VisualMente.
1)¿Cómo logras esas texturas que tienen tus personajes?
Costumo aplicar sobre a camada de papel de aquarela recortes de jornal e revista, camadas diversas de papel, e tinta. O degradê que dá volumetria às figuras é feito com tinta acrílica. Depois passo tudo para o Photoshop e trabalho o contraste e o claro/escuro. Também posso scanear texturas encontradas em revistas, e ocasionalmente sobrepor texturas de origens distintas.
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2)¿Cómo trabajas desde que te encargan una ilustración?

Inicialmente, dedico um bom tempo – quando possível – à idéia e concepção da imagem, fazendo vários rascunhos. A abordagem vai depender do contexto e do briefing: posso tanto partir para uma solução de ilusão e síntese, como me aventurar pelo absurdo e excesso de elementos fantasiosos e gráficos. Gosto de folhear livros, revistas, em busca de inspiração. Não é raro fazer uma pequena pesquisa na internet coletando imagens que possam servir de referência e apontar caminhos.
Uma vez feito o rascunho, envio o mesmo para o editor de arte. Depois de aprovada a idéia, parto para o processo de finalização, de modo geral trabalhoso. Desenho os contornos de todas as figuras a lápis, em papel sulfite, e transponho-os para papel duro. Aplico sobre essas figuras as técnicas de colagem, gerando elementos soltos, como “bonequinhos de papel”. Scaneio as peças separadamente e resolvo no Photoshop a composição, contrastes, claro/escuro, cores. Quando o prazo é curto, pulo o processo manual e resolvo a finalização utilizando o material que tenho à mão, uma espécie de “banco de imagens digitais” feito a partir das ilustrações que foram se acumulando.
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3) ¿Qué técnicas utilizas? ¿Hay algo no digital allí?
É comum haver trabalho manual e há sempre trabalho digital. Recorro ao desenho com vetor uma vez ou outra. Utilizo basicamente o Photoshop. Faço reparos, altero e acrescento muitos elementos durante o processo de trabalho. As ilustrações costumam ter uma enorme quantidade de camadas (“layers”).

4) ¿Cuáles son tus influencias? ¿Cuáles fueron tus maestros?

Se for para citar um nome, diria Saul Steinberg. Sua obra é uma aula sobre as possibilidades de uso de elementos gráficos e de recursos de ilusão. Gosto também muito do George Grosz, do modo como ele mescla uma sátira corrosiva a amplos recursos gráficos – como a colagem. Tem também os cartazistas modernos, como Cassandre, Savignac, Leupin, os poloneses, etc.
Atualmente venho olhando muito o trabalho do futurista Fortunato Depero e de artistas que só descobri agora, como Miguel Covarrubias, Boris Artzy e o Paolo Garretto. No fundo, as influências são tantas que fica difícil fazer uma lista...Tem o Jim Flora, André François, Mary Blair, Ralph Barton, Guevara, J. Carlos... Fica evidente que tenho especial apreço pelos artistas que trabalham contornos geométricos, ou que se aventuram por aspectos gráficos, deformando e depurando elementos, subventendo significados. Nos quadrinhos, tenho lido as revistas Blab, The Ganzfeld, a velha RAW, o material do Le Dernier Cri, e a excelente Kramers Ergot.
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5) ¿Por qué crees que te piden una ilustración?

Acredito que é pelo conjunto dos aspectos que caracterizam meu trabalho, não apenas pelo estilo ou as texturas, mas pela síntese destes com as idéias e experimentações.

13.6.08

Exclusivo: Te presentamos a la Folha Corrida

Y seguimos pegando fuerte. Hoy es desde Brasil, con una columna exclusiva de Fabio Marra, responsable máximo del arte del diario Folha de Sao Paulo. Su particular visión del mundo editorial quedó en claro cuando participó de nuestras Quintas Jornadas Universitarias sobre Diseño de Información, del año pasado. En una especie de continuación cósmica de aquella disertación de presentamos esta propuesta poderosa. El brasileño nos cuenta cómo se hace una nueva sección llamada Folha Corrida, cuya navegación da vértigo. Toda la actualidad en 5 minutos.
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(Por Fabio Marra) O atual projeto gráfico do jornal Folha de S.Paulo, feito pelo designer Massimo Gentile em conjunto com o grupo Garcia Media e inaugurado em maio de 2006 nos trouxe algumas discussões interessantes. Um dos pilares desse projeto se ancorou no pensamento de que leitores de jornal hoje já não tem tempo a perder e muitos deles não querem e não podem despender horas e horas diárias lendo o jornal. Assim, o pensamento se dividiu em duas frentes de trabalho para facilitar a navegação e a satisfação dos leitores. A Folha busca fazer um jornal para os que dispõem de 50 minutos diários e querem se apofundar no conteúdo das notícias, e também para aqueles que só possuem 5 minutos e precisam estar sintonizados com o que de principal aconteceu no dia anterior, além do principal da agenda que está por vir.
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De fato, o bombardeio de informações é brutal. Rádios transmitem notícias 24 horas por dia e a internet é cada dia mais acessível em qualquer bar de esquina, sem contar Iphones que rapidamente se proliferam no país. Um massacre.
No período de elaboração do projeto foi dada atenção especial ao tema e aos leitores que buscam informações rápidas e em poucos minutos. Foi criada a FOLHA CORRIDA. Há poucos meses atrás ela foi implantada.
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A pagina é a contra capa do caderno Cotidiano e diariamente traz o noticiário em cinco minutos, com informações essenciais do dia, em textos curtos e diretos, um resumo das notícias, extrato de colunistas, dicas práticas, artes e gráficos para serem lidos em poucos minutos.
Funciona como mais uma porta de entrada para o jornal. Depois de passar pela primeira página, o leitor mais apressado encontra na FOLHA CORRIDA informações primordiais para que esteja informado e sintonizado com o principal daquele dia.
No domingo, faz um resumo dos acontecimentos mais importantes da semana e dos personagens que mais se destacaram, com objetivo de atender o leitor que não acompanhou o noticiário e os que lêem jornal apenas no fim de semana.
Os leitores têem se dedicado à página, e mesmo os mais tradicionais e afoitos por se aprofundar em conteúdos e análises demonstram um carinho e entusiasmo pelo conceito da página.
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Para os designers, a FOLHA CORRIDA é mais um desafio, e quem sabe uma diversão para fazer durante o dia.

30.7.07

Breaking news a la brasileña

Brasil Hace dos semanas, Brasil se sumaba a la lista de países que habían padecido megaaccidentes aéreos. Dos diarios quisieron mostrar su material en caliente en VisualMente, a minutos de la tragedia del vuelo de TAM. Esos diarios pertenecen a las ciudades que unía ese vuelo, Porto Alegre y San Pablo.
A continuación la infografía que publicó el equipo del diario Zero Hora, de Porto Alegre, y las portadas del diario Folha de San Pablo, con los comentarios exclusivos de Luiz Adolfo, director de arte de ZH y Director de la SND Latina, y Fabio Marra, director de arte del Folha.
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Así terminó el vuelo 3054

clickear para agrandar
adolfo(Por Luiz Adolfo Lino de Souza) Estamos destrozados en Porto Alegre a 1.109 km del palco de la tragedia. Un número de victimas que llega a más de 180 personas extraoficialmente. Todas las areas de la ciudad, de la sociedad, de la política, economia, desportes, un ex-presidente de club de fútbol Internacional, perdieron entes queridos.

Imaginate la escena en el diário. Un día normal dedicado a los Juegos Panamericanos de Rio, muchas conquistas de medallas de oro en las competiciones en vivo y surge una imagen de un avión en llamas a las 19h en la tele.

Es un carguero, se pregunta la gente. No, es un Fokker. No, es un Air Bus!!!!!!!!!. Todos ya incrédulos. Y viene la información de la empresa Tam: Un avión procedente de Porto Alegre.
Nos miramos y ya lo sabíamos todo. Un avión lleno de gente de Porto Alegre y Rio Grande del Sur
No quedamos hasta las 4 de la manana en Zero Hora, hasta la última información. La editoria de Arte preparó una página gráfica en dos horas y media.

Ahora se buscan las causas. Congonhas es un aeropuerto que está enclavado en medio de edificios de más de 25 pisos, cerca del centro de São Paulo. Cercado por dos avenidas gigantescas. El AirBus no frenó. Ardió por casi tres horas
Congonhas debe ser cerrado imediatamente. Quisiera yo transformálo en un parque en homenaje a las victimas.

El día después

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1fabio(Por Fabio Marra) No início da noite do último dia 17, faltando pouco mais de uma hora para o fechamento da edição, um trágico acidente aéreo em São Paulo sacudiu as redações dos jornais brasileiros.
A grande explosão, seguida de incêndio, logo se confirmou como sendo o maior desastre da aviação brasileira.
A cobertura difícil dessa primeira noite, com problemas naturais de apuração, aliada ao pouquíssimo tempo de produção trouxe à tona uma discussão já enfrentada outras inúmeras vezes por diários de todo o mundo: como hierarquizar e apresentar as informações, de modo a se destacar no dia seguinte perante aos demais jornais.
3FL01SCA0718
Excelentes fotografias, tiradas de ângulos diferentes, visual informativo forte e impactante, infografias precisas foram destaque em todos os jornais, mas o que se viu no dia seguinte foi a tendência dos jornais em se assemelhar no conteúdo, na forma e nas fórumulas gráficas.
O que tentamos na Folha de S.Paulo a partir do segundo dia foi a busca de soluções gráficas pouco usuais, mas que ao mesmo tempo transmitissem impacto, informação relevante e toda a gravidade do momento.

2.7.07

Uns Desenhos de Pedroso

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El ilustrador brasileño Orlando Pedroso atac de nuevo. Lo conocimos cuando formaba parte del consejo directivo de la SIB, Sociedade dos Ilustradores do Brasil y organizaba IlustraBrasil, con lo mejor de la ilustración brasileña.
"Tenho o trabalho digital em muito boa conta, mas acho fundamental o retorno ao traço, ao gestual, ao cheiro de tinta", nos cuenta el artista gráfico paulista. Trabajó para el diario Folha de São Paulo y las revistas IstoÉ, Exame, Veja, Playboy, Claudia, Marie Claire y Elle.
Mañana inaugura su nueva exposición "Uns Desenhos" en el Museu do Trabalho, en Rua da Praia, 230, de Porto Alegre.

20.6.07

Pôster do Campeão

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El diario O Globo de Brasil fue el primero en publicar, en su versión online, un póster sobre el primer equipo de Boca Juniors que acaba de ganar la sexta Copa Libertadores de América.

14.6.07

Riquelme, según Gilmar Fraga

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BOCA5El ilustrador del diario Zero Hora de Porto Alegre, Gilmar Fraga (Terceras Jornadas Universitarias sobre Diseño de Información), es un fanático hincha del Gremio. Ayer, después de la derrota contra el equipo argentino de Boca Juniors, por 3 a 0, se puso a dibujar. El producto de semejante faena se parece más a un exorcismo que a otra de sus viñetas editoriales. "Una "mala" caricatura hecha despues del partido con Grêmio", confiesa.

Las mujeres desnudan su cerebro en Playboy

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La agencia de publicidad brasileña Neogama/BBH nos vuelve a sorprender con una campaña para la revista Playboy. Ya te habíamos mostrado la pieza que festejaba los primeros 31 años de la revista en Brasil.
Ahora la agencia utiliza fotografías periodísticas que han sido publicadas en diarios del mundo, donde se muestra a mujeres usando una de las partes que menos se suele mostrar en la revista: el cerebro.
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Así uno ve, en una de las cuatro piezas de la campaña, a hermosas mujeres protestando contra el Festival de San Fermin, en Pamplona, en julio del año pasado.
Otra es la famosa aparición sorpresa de una bestial morocha argentina, enfundada en una minima bikini con flequitos, en medio de la Cumbre Europa-América Latina en Viena, ante 58 presidentes del mundo, en mayo del 2006.
Las piezas de gráfica cierran con un “Nós apoiamos”.

21.5.07

Romário é 1000

Hace un rato, el diario O Globo de Brasil acaba de publicar una infografía sobre los goles que se le atribuyen a Romario y que llegarían a 1.000. Más allá de las discusiones, el gráfico merece un espacio en VisualMente. A continuación, la explicación del director de arte del diario, Leo Tavejnhansky.
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fotoleo (Por Leo Tavejnhansky) O craque Romário comemora mil gols em sua carreira. Como ele incluiu gols marcados em jogos comemorativos e do seu tempo de futebol amador, o número tem causado polêmica. Discussão à parte, Romário é um dos maiores craques de futebol de todos os tempos. Considerando somente sua atuação profissional, o número de gols ultrapassa 900. Ele marcou 71 gols pela Seleção Brasileira; mais de 300 pelo Vasco da Gama, seu time atual; mais de 200 pelo Flamengo; e no cenário internacional os destaques são 165 gols pelo PSV Eindhoven e 53 pelo Barcelona. Vejam todos os números da festa de Romário no infográfico publicado no caderno de Esportes do GLOBO de hoje, da autoria do Editor de infografia, Alvim, e do infografista Renato Carvalho. Além de todos os gols contabilizados por Romário ele destaca dois para a Seleção Brasileira: o que considera o mais importante e o mais bonito.

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