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15.6.07

I love NY faz 30 anos

El recuerda cómo conoció al diseñador norteamericano: "Durante os anos 90, O GLOBO renovou seu projeto gráfico. Para realizá-lo foi contratado o escritório WBMG, de Milton Glaser e Walter Bernard. Por 3 anos houve várias viagens a Nova York para discutir os detalhes do projeto que foi implantado em 1995". El director de arte de este gran diario brasileño tiene una interesante visión de la creación de Milton Glaser que, por estos días, cumple 30 años.

fotoleo (Por Léo Tavejnhansky) Em meados dos anos 70, Nova York vivia um período difícil: estava violenta e suja. A situação era crítica, o turismo estava em declínio e os moradores pareciam não querer cooperar com a cidade. A situação financeira se agravou e deixou Nova York à beira da insolvência.

Com o objetivo de recuperar o turismo e injetar ânimo na população, a Câmara de Comércio do Estado de Nova York apelou para a agência de publicidade Wells, Rich e Green para que fizesse uma campanha para reanimar a cidade e seus valores. Com o refrão "I love New York", uma série de comerciais foi veiculado pela televisão com a participação de celebridades.

Paralelamente, a Câmara de Comércio contatou diretamente Milton Glaser para que fizesse o logo da campanha. Segundo Glaser, a idéia inicial aprovada era apenas tipográfica, com o slogan sobreposto a dois losangos. Glaser não ficou satisfeito com a solução, mas submeteu assim mesmo seu projeto que foi aprovado. Uma semana depois, num táxi, ele teve um estalo e rabiscou a idéia que usa o símbolo do coração substituindo a palavra "love". Bill Doyle, o representante da Câmara relutou inicialmente em fazer a troca, reuniu então novamente os membros da Câmara que aprovaram o projeto.
iloveNY
O conjunto tipográfico usa a American Typewriter, letra lançada em 1974 pela ITC, que tem as serifas ligeiramente onduladas com cantos arredondados, que harmonizam bem com o coração e criam um efeito distinto, que, reforçado pelo contraste vermelho/preto, tornou o logo inconfundível.

O símbolo se tornou o trabalho mais conhecido de Milton Glaser e desde então é parte integrante da paisagem nova-iorquina.

Quando submeteu a primeira solução à Câmara, Glaser acreditava que após a campanha o logo seria esquecido, mas, ficou animado com a idéia final. E o logo nunca mais deixou de ser lembrado e reproduzido. Foi copiado e parodiado em todo mundo, tornando-se um símbolo pop presente em centenas de objetos, além das campanhas promocionais do estado de Nova York.

"...você trabalha fundamentalmente para que suas idéias ingressem na cultura, embora essa seja uma idéia deveras pequena. De qualquer forma, nenhuma outra coisa que fiz foi tão repetida, talvez por ter sido intrinsecamente tão banal introduzi-la", diz Glaser.

Glaser não recebeu nada pelo trabalho, que ficou 10 anos livre de copyright para que pudesse ser facilmente difundido. Depois desse tempo passou a pertencer ao estado de Nova York, que o licencia comercialmente.

Glaser em evidência há 50 anos

Milton Glaser nasceu em Nova York, estudou na Cooper Union e na Academia de Belas Artes de Bolonha, com Morandi. Ele se tornou famoso logo no início de sua carreira, quando, aos 25 anos, fundou o estúdio Pushpin (em 1954) com os companheiros Seymor Chwast, Edward Sorel e Reynold Ruffins. Foi co-fundador e diretor de arte da revista New York. Realizou exposições individuais no MoMA e no Centro Georges Pompidou. Suas obras fazem parte do acervo de vários museus.

O trabalho de Milton Glaser transita por todas as áreas visuais: ilustrações, projetos gráficos de revistas e jornais; logotipos, embalagens, arquitetura de interiores. Trabalhos de arquitetura incluem o projeto para os supermercados Grand Union e o parque recreativo Vila Sésamo, baseado na série de televisão "Sesame Street".

Dos trabalhos gráficos, outro grande destaque foi o cartaz de Bob Dylan, de 1966, inspirado na silhueta de Marcel Duchamp e na arte persa. Seis milhões de posters foram impressos. Mas nenhum trabalho teve o impacto e a repercussão do "I u NY" em recuperar a confiança dos cidadãos de Nova York na sua cidade e na divulgação dela mundo afora.

No te peinés, Ginóbili

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A pesar de ser el goleador de su equipo,los Spurs, y de haber convertido 27 puntos puntos en el partido que le dió el nuevo título de la NBA, el argentino Emanuel David Ginóbili no aparece en la fotografía de la portada del San Antonio Express-News. Esto contrasta evidentemente con el gran metraje que se llevó el blanquito de Bahía Blanca en la anterior consagración de su equipo de San Antonio, Texas. Desde el Houston Chronicle, el Star-Telegram y el The Dallas Morning News, pasando por el The Windsor Star, The Sun y el Caller Times, todos habían colgado en sus portadas la imagen del argentino, hace dos años.
Pero hoy, nada. Por eso, no te peinés que no salís en la foto.

14.6.07

Riquelme, según Gilmar Fraga

riquelme
BOCA5El ilustrador del diario Zero Hora de Porto Alegre, Gilmar Fraga (Terceras Jornadas Universitarias sobre Diseño de Información), es un fanático hincha del Gremio. Ayer, después de la derrota contra el equipo argentino de Boca Juniors, por 3 a 0, se puso a dibujar. El producto de semejante faena se parece más a un exorcismo que a otra de sus viñetas editoriales. "Una "mala" caricatura hecha despues del partido con Grêmio", confiesa.

Las mujeres desnudan su cerebro en Playboy

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La agencia de publicidad brasileña Neogama/BBH nos vuelve a sorprender con una campaña para la revista Playboy. Ya te habíamos mostrado la pieza que festejaba los primeros 31 años de la revista en Brasil.
Ahora la agencia utiliza fotografías periodísticas que han sido publicadas en diarios del mundo, donde se muestra a mujeres usando una de las partes que menos se suele mostrar en la revista: el cerebro.
ativistas 2
Así uno ve, en una de las cuatro piezas de la campaña, a hermosas mujeres protestando contra el Festival de San Fermin, en Pamplona, en julio del año pasado.
Otra es la famosa aparición sorpresa de una bestial morocha argentina, enfundada en una minima bikini con flequitos, en medio de la Cumbre Europa-América Latina en Viena, ante 58 presidentes del mundo, en mayo del 2006.
Las piezas de gráfica cierran con un “Nós apoiamos”.

Ros quedó cuarto

4puntos
Fue nuestro primer invitado a los Diálogos con Profesionales. Ese lunes 16 de abril, el megadiseñador Alejandro Ros, director de arte de los suplementos Radar y Las 12 del diario Página/12, no sólo mostró sus trabajos editoriales sino que dió rienda suelta a su otra pasión: el diseño de packaging para los más importantes grupos de rock de Argentina.
4ROS224

13.6.07

É uma foto de amor

BOCA1
BOCA5Hace casi un año, en pleno Mundial, te mostrábamos una portada del diario Folha de Sao Pablo, con una poderosa foto lograda por Flávio Florido. El director de arte de aquel momento, el italiano Massimo Gentile, se la jugaba e iba más allá de la típica foto del jugador corriendo y gritando el gol.
Pero el camino más difícil era el más conceptual. Ronaldo, en ese momento, era resistido por todos, pero tenía el apoyo de sus compañeros. "É uma foto de amor, não de football. Talvez por isso que ela é muito bonita", escribía.
BRASIL1
Por lo general, los departamentos de fotografía suelen hacer una previa selección de las fotos del día y mostrarlas en la reunión de blanco. Esas fotos suelen ser obvias, ya que el público reunido es, también, obvio: redactores y editores de texto con ninguna formación visual que quieren la foto del gol, sin simbolismos ni conceptos abstractos.
¿Cuántos diarios se animarán a publicar la foto de más arriba, en tapa?
Si Román Riquelme, como Ronaldo, también había sido cuestionado por todos, cuando llegó a Boca, hace unos meses.
(Boca ganó hoy, 3 a 0, al equipo brasileño Gremio)

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