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18.1.13

Lo Mejor 2012: Muere la Bodoni, nace la Prumo (por lo menos, en La Nación)

LOMEJOR2012 A fines de agosto se conoció el rediseño del diario La Nación. Más allá de varias novedades visuales, de contenido y de morfología, lo más destacado ha sido que ha muerto la Bodoni en sus páginas. En exclusiva, hablamos con el tipógrafo portugués Dino Santos, el creador de la nueva tipografía que viene a reemplazar la creada por Giambattista Bodoni, en 1763. prumo1
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Hace unos días se conoció el rediseño del diario La Nación. Más allá de varias novedades visuales, de contenido y de morfología, lo más destacado ha sido que ha muerto la Bodoni en sus páginas. En exclusiva, hablamos con el tipógrafo portugués Dino Santos, el creador de la nueva tipografía que viene a reemplazar la creada por Giambattista Bodoni, en 1763.
1. Como Prumo nasceu?
O que fizemos foi interpretar o conceito de tipografia didonica (Didot+Bodoni) partindo de uma análise da sua estrutura, do seu esqueleto. Começamos por desenhar uma versão muito fina e sem contraste (Prumo Text Hairline) e partindo daí para uma versão mais grossa e muito contrastada (Prumo Display Black), tal como a Bodoni. Porém o nosso objectivo era fazer uma viagem tipográfica, desde finais do século XVIII até metade do século XIX. Para completar o percurso tipográfico, decidimos desenhar uma versão pouco contrastada, que remetesse para as tipografia egípcias como a Clarendon (Prumo Slab Black). Todo o restante trabalho tipográfico foi desenvolvido pela interpolação destes três eixos, resultando numa família tipográfica com 92 fontes.
2. Por que você acredita que ela está relacionada com a Bodoni?
A relação da Prumo com a Bodoni é perfeitamente circunstancial. Partimos da estrutura de uma Bodoni, para algo mais contemporâneo, de modo a fazer uma ruptura suave com o passado tipográfico do La Nacion.
3. Como veio o Prumo poderia conseguir para La Nación?
Em 2011, Javier Errea, perguntou-me se eu estaria interessado em desenhar uma nova tipografia para um jornal argentino que ele estava redesenhando. O objectivo era desenhar uma tipografia que, de certo modo, tivesse algo de Bodoni (fonte que era utilizada na versão anterior do La Nacion). Apartir daí foram alguns meses de trabalho até culminar numa família tipográfica muito extensa e complexa, à qual acrescentamos, muito recentemente, uma versão condensada (Prumo Condensed) para ser utilizada em revistas e suplementos.
4. Você acha que pode funcionar Prumo ao logotipo do jornal?
Claro que a Prumo poderia funcionar para o logotipo do jornal, embora com alguns retoques.
O problema de um redesenho consiste na alteração da imagem de marca da publicação, e isso não era necessário, por isso, embora tenhamos redesenhado o logotipo do La Nacion, ele sofreu apenas leves retoques, quase invisíveis.
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17.1.13

Lo Mejor 2012: Infografía brasileña

LOMEJOR2012 Infolide es un evento que se organiza en Brasil con los mejores profesionales del diseño y la infografía locales. Este año, sus organizadores quisieron compartirlo con los lectores de Visualmente. tudoeh7
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renata(2)(Por Renata Steffen) O INFOLIDE é um evento realizado com foco na formação de designers, jornalistas, infografistas, fotógrafos, ilustradores e todos os profissionais envolvidos com jornalismo visual. Em 2012, será realizado na ESPM (rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana — São Paulo/SP)

Desde sua criação, com o nome LIDE, a proposta principal do evento é buscar o fortalecimento da profissão e sua afirmação como ferramenta jornalística e de informação. Tudo isso de forma isenta e sem vínculo com empresas. Com o passar dos anos, o evento cresceu, ganhou visibilidade nacional e internacional e chega a sua sexta edição revigorado e definitivamente consolidado. Para celebrar, e marcar o ínicio de uma nova e promissora fase, o evento passa a se chamar INFOLIDE.

Neste ano, o INFOLIDE traz ao Brasil Jaime Serra, eleito o infografista mais influente dos últimos 20 anospela SND (Society for News Design), durante as comemorações dos 20 anos do Prêmio Malofiej, em março deste ano. Serra é jornalista, colunista e artista multidisciplinar, e desde 2007 atua como redator-chefe adjunto do jornal La Vanguardia, em Barcelona, veículo em que publica uma coluna de opinião infografada. Já trabalhou, entre outros, para El Periódico de Catalunya, El Mundo Deportivo (España); Clarín, La Nación, La Voz del Interior, Olé (Argentina); Diario de Noticias, Jornal de Noticias (Portugal); Corriere Della Sera, Il Sole 24 Ore, Gazzeta dello Sport, La Stampa (Italia); The Intependent (Reino Unido); National Geographic Magazine (EUA).

Seu período no jornal argentino Clarín (1995-2001) é reconhecido como uma revolução na linguagem da infografia no mundo, tanto pelos critérios estéticos quanto pela ampliação das pautas, consideradas próprias do gênero. Um dos infográficos de Serra desse período, ‘La ballena Franca’, publicado em 1995, foi também o mais votado nos prêmios de comemoração dos 20 anos do Malofiej, tornando-se a infografia mais influente dos últimos 20 anos.
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O INFOLIDE também terá como convidado Guilhes Damian, editor de infografia do IG, uma das mais respeitadas equipes de infografia online do Brasil, reconhecida internacionalmente com 5 medalhas de bronze, 2 de prata e uma de ouro no prêmio Malofiej.

Saindo da infografia e partindo para a história do design, o INFOLIDE 2012 traz Chico Homem de Melo, que é designer e professor da FAU-USP e autor de livros e artigos sobre design gráfico brasileiro, entre eles Linha do tempo do design gráfico no Brasil (em coautoria com Elaine Ramos), lançado no ano passado. Outro palestrante desta edição é Alexandre Ferreira, diretor de arte da Playboy Brasil, que vai contar como é a produção de fotos para revistas. Alexandre tem uma vasta experiência como diretor de artes de revistas como ELLE, Revista da Web, VIP, Estilo de Vida (InStyle) e Revista A.

No encerramento, o INFOLIDE 2012 traz uma novidade: uma mesa redonda que vai abordar o tema "A dor e a delícia de ser multimídia", com Guilhes Damian, Alexandre Ferreira, Fábio Marra (editor de arte da Folha de S.Paulo), Alceu Nunes (diretor de arte da Cia. das Letras) e Ricardo Fiorotto (diretor de arte da revista Autoesporte).

O INFOLIDE 2012 também realizará workshops. Jaime Serra, redator-chefe adjunto do La Vanguardia, vai colocar todo mundo para pensar com o instigante "A infografia não pode ser arte, mas bem, a arte sim pode ser infografia"; Jorge Oliveira, editor de arte da Superinteressante abordará o tema "A criatividade nos tempos de iPad"; Mário Kanno, editor adjunto de arte da Folha de S.Paulo, ensinará os participantes a lidar com muitos dados em seu workshop sobre "Infografia básica: do texto ao infográfico"; e, Marcos Marques, diretor de arte da Época, mostrará como fazer "Capas criativas, capas vendedoras".

16.1.13

Lo Mejor 2012: Infografreak en la Universidad Nacional de Lanús

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Hablar de infografía para estudiantes universitarios es una aventura que no siempre termina bien. Por lo general, los artistas gráficos son pésimos charlistas y el público es muy perceptivo. Seamos sinceros: una charla sobre infografía sólo puede resultar interesante para otros infógrafos. Por más que uno sea un Serra, un Ondarra, un Catalá o un Sicilia, es casi imposible que los jóvenes estudiantes de diseño se muestren interesados en las infos periodísticas.

El 28 de agosto, la Universidad Nacional de Lanús inauguró con nuestra charla un ciclo de diseño que duró un mes, con profesionales de la talla de Carlos Venancio, Pablo Siquier y Hernán Kourian. Imagen 3
A un poco más de 14 kilómetros de la Capital Federal se encuentra la Universidad Nacional de Lanús. Lo que antes eran unos talleres ferroviarios y playa de maniobras hoy da paso a unas construcciones poderosamente funcionales divididas en varios pabellones con nombres populares. Un poco más alejado de los pabellones principales, casi en el límite del campus, funciona un cine universitario cuyo nombre ya nos provoca respeto. El cine Tita Merello ofrece funciones de con lo más artístico y refinado del séptimo arte. Pero ayer, pasadas las 19, sus entrañas albergaron otro tipo de imágenes, tal vez, más paganas. Es que en el marco del Ciclo Anual de Conferencias de la Licenciatura en Diseño y Comunicación Visual se presentaba Infografreak.
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Con la presencia del Director de la Carrera de Comunicación Visual de la Universidad, el diseñador Gustavo Pedroza, en primera fila, y del responsable de la organización del ciclo anual, el arquitecto Gustavo López, y más de 70 estudiantes de los distintos niveles, comenzamos a desgranar esto que hacemos en los diarios y revistas. Antes, fue la presentación emotiva de nuestra colega, la profesora Fernanda Aleixo.
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Ayer nos preguntábamos cómo hacer para conmover a un auditorio poco acostumbrado a informarse por los diarios. Es que no dejaba de ser complicado sostener una postura visual que tuviera que ver con las noticias, cada vez más aburridas y lejanas a su mundo de interés. Es que el periodismo visual ha perdido la capacidad de llegar a los nuevos lectores por soberbia o simplemente por miedo ante el olor a espíritu adolescente.
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Pero si uno se basa en la cantidad de preguntas que se hicieron durante el tramo correspondiente o el tiempo que se quedaron casi todos cerca del escenario hablando con nosotros, cuando todo había terminado, la cosa no ha sido en vano.
Por eso, este lunes 3 de septiembre, vamos a la Universidad de Buenos Aires, invitados por la Cátedra Melon, para seguir hablando de esto nuevo en infografía.

15.1.13

Lo Mejor 2012: Haciendo Typogami

LOMEJOR2012 No es un tipógrafo consagrado. Pero el holandés Jeroen Krielaars es muy creativo. Desde su estudio, Calango de Amsterdam, Holanda, este especialista en motion graphics, había creado la "Typogami". Como su nombre lo indica era una tipografía inspirada en las artes japonesas del origami. Hablamos con él, antes que nadie. Captura de pantalla 2012-08-14 a la(s) 09.17.43
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Te lo habíamos prometido y hoy cumplimos. En las redes explotó una tipografía basada en el viejo arte japonés de doblar papeles. Se llama Typogami y es una font animada que creó el diseñador o holandés Jeroen Krielaars, del estudio Calango. Está realizada en After Effects. A continuación, una breve charla con su creador, exclusivo para Visualmente.

1. How did you decide to make a typeface based on origami?
I always draw a lot of inspiration from Japanese culture. I did some tactile typography with origami once. After the success of Moshun I decided to combine the idea of origami and kirigami with animated typography.

2. How was the creative process? He worked with pencil and paper?
I used some pen and paper for the first sketches, but I quickly moved to illustrator and after effects to create the typeface. It was all very clear in my head from the start, so I could move straight into production.
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3. Long did it take to finish?
It took about a week from the first sketches to the end result. I already figured out how to ste everthing up during the production of moshun.
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4. What you think would be best to use?
It could work really wel for titles and stuff like that. But in the end, it all depends on the users creativity.
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5. What is the best letter finished?
Not sure. I like the letter B myself.
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6. How did you decide that you can customize?
The typeface is meant for motion designers to use. As a motion designer myself, I know I like to have some freedom to make things my own. It would not be any fun if every project with Typogami looks the same.

14.1.13

Lo Mejor 2012: Hong Yi dibuja con café

LOMEJOR2012 La joven artista malaya Hong Yi se había caracterizado por experimentar con una técnica pictórica única. Más conocida como RED, había irrumpido en las redes sociales por pintar con la parte posterior de un pocillo y un poco de café. A continuación, el reportaje exclusivo que publicamos el 16 de agosto último. JAY_01a_72
Volvemos con una sección poderosa. Por La Ilustración es Mujer pasaron Cecilia Andrade, Isabel Samaras, Karen Caldicott, Coco Dávez, Ana Lense Larrauri, Ann Lee, Yukari Terakado, Annie Wu, Andrea Ebert y Fernanda Cohen.
Ahora te contamos que acabamos de entrevistar a la joven artista malaya Hong Yi. Ella, más conocida como Red, irrumpió en las redes sociales por su extraña forma de pintar. Con la parte posterior de un pocillo y un poco de café, Red ha realizado el retrato del músico, cantante, actor y director taiwanés Jay Chou. Acá nos cuenta, en exclusiva para Visualmente, cómo hizo.
1. What techniques and what materials do you use?
I love to creating art but not with the usual paintbrush and watercolour and pencils though - I like to grab whatever I can get hold of - rocks, ketchup, milk, salt, shirts - and turn them into art. It's more fun that way, and it creates new and interesting textures that I would not have discovered had I stuck to using a paintbrush.

2. How was it working for Jay Chou’s portrait?
The project took about 12 hours to finish. Coffee is quite a challenging medium to use - too little water and the rings wouldn't form easily, too much water and the rings would blend into each other, resulting in just a deformed pool of coffee. I had to also wait for the lighter parts too dry up before stamping on the darker rings, or else the rings would not be visible.
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3. How does a profession not known for having many women in it? 4. What is the feminine traits that you put to work?
I'm assuming that by this, you mean architecture (I'm a full-time architect). I think there are much more men in this industry, and much more famous male architects than women, because this is a highly demanding career. It is very time-consuming, and one needs to be very firm and tough in this industry, as you deal with many different people - clients, contractors, builders, and engineers. Many capable women take time off from this profession when they start a family. Right now, I truly enjoy working as an architectural designer despite the challenges that I face. I believe when you have passion in what you are doing, people around you will see it and treat you differently, and will respect you even more. I believe there is still a gender disparity in this industry (especially in a place like China...I'm working in Shanghai now), and my belief is that as a woman, I should work twice as hard to show people around me that I have substance in what I am doing.

5. How do you choose the characters that will work?
When I moved to Shanghai, I wanted to create a series of portraits on Chinese personalities to learn more about people here. I wanted to do portraits of artists, athletes, singers, actors, architects – and I spent some time researching and learning about them.My first artwork in Shanghai is a portrait of artist Ai Weiwei using 100,000 sunflower seeds, as a tribute to his Sunflower Seeds installation in the Tate Museum of London.

I did a portrait of an athlete next, and the most famous Chinese athlete here is undoubtedly Yao Ming. I wanted there to be a connection between the tools I was using to paint, and the person whose portrait I was painting, so challenged myself to use a basketball to paint his portrait.

After that, I decided to do one of a singer. Jay Chou may be Taiwanese, but everyone in the mainland still listen to his songs all the time, so I did a portrait of him. I was inspired by the opening line of his song ‘Secret’, about a coffee cup being lifted of a coaster. Therefore, I used coffee and a coffee cup to paint his portrait.

My latest project is that of Chinese film director Zhang Yimou, which I made out of 750 pairs of socks hung up on two bamboo poles. I was very inspired by the little old Shanghainese alleyways 弄堂 (you can see pics here http://www.ohiseered.com/2011/10/day-in-life-of-hong-yiin-shanghai.html ). The locals like to hang up their laundry on bamboo sticks and stick them outside of their windows. On a sunny day, you'll see a lot of clothes hung out on bamboo sticks. To me, it's very traditional and unique, so chinese! I did Zhang yimou's portrait because in his movies, he shows how beautiful and traditional the Chinese culture is. Also, he uses a lot of bamboos in his movies (like House of Flying Daggers).
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6. What are your artistic influences?
Growing up, I loved Disney and in my teenage days, I had wished I was born in the 70s so I could have worked with Disney during its golden period. I also grew up loving Picasso's cubist work, I love how he was so unconventional for his time, and how although his paintings looked child-like and imperfect, he was able to display so much feelings in his artworks, of anger, sadness and grief. One quote by Picasso has always inspired me. He once said, “Every child is an artist. The problem is how to remain an artist once we grow up.” When we were children, the world seemed to be filled with limitless possibilities.I think we should sometimes learn to relax a little and learn to not be afraid of silly ideas, and try to think a little more like a child and allow our imaginations to run free. I see many people get more cynical and grumpy as they get older…and don’t think life should be like that. We should learn to be more optimistic about life.

Another artist who has inspired me is Brazilian artist Vik Muniz. He creates amazing artworks using garbage...from far it looks just like a painting, but when you look at it closely, you realise it's made of up little objects!

7. How long does it take you to do one of these works as, for example, Yao Ming portrait?
The Yao Ming and Ai Weiwei portraits took about 2-3 hours; the Jay Chou one took 12 hours, while the Zhang Yimou portrait took 3 weeks!

8. How would you describe your style?
I am an artist, who loves to paint, but not with a paintbrush!

13.1.13

Lo Mejor 2012: La nueva etiqueta de Heineken, según su creador

LOMEJOR2012
Para festejar su 140 Aniversario, la cerveza preferida de El Norbi no había tenido mejor idea que organizar un concurso internacional para diseñar la botella del festejo. Es que Heineken se había cansado de su color fetiche y había buscado cambiar como el nuevo mundo donde se mueve, demasiado verde. Eso si, lo que la marca no pensaba dejar de lado su emblema rojo.
El diseño ganador aparecerá en pocos días, en el frente y dorso, en una edición global de 1 millón de botellas.
Evan Orensten, Cofundador de Cool Hunting; Mark Dytham, Cofundador de la red creativa mundial PechaKucha y Mark van Iterson, Director Global de Diseño de Heineken®, habían sido los miembros del jurado que habían calificado los trabajos y seleccionado a la pareja triunfadora. En agosto entrevistamos en exclusiva al diseñador mexicano Rodolfo Kusulas, autor de la etiqueta ganadora. heineken En diciembre de 2011 Heineken había lanzado, a través de su página oficial en Facebook, la convocatoria para que diseñadores de todo el mundo se reunieran en parejas para crear su botella conmemorativa. Así diseñadores desconocidos entre sí, alrededor del mundo, se conectaron digitalmente y enviaron sus propuestas. Entre ellas, se seleccionaron a tres finalistas que presentaron sus diseños, mediante una conferencia virtual.
El mexicano Rodolfo Kusulas, de Zacatecas, México, se unió al australiano Lee Dunford, y sus propuestas fueron parte de las 30.000 presentadas de 100 países en los cinco continentes.
La de Kusulas, que aparecerá en la parte frontal de la botella que se utilizará en la edición conmemorativa de los 140 Años, tiene a la tradicional estrella roja, ícono de la marca, integrada por los cinco continentes (Para ver el boceto sin color, entrá acáY como nos gustó, y nos pareció bastante conceptual, acabamos de entrevistarlo, en exclusiva para Visualmente.
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1. Cómo se te ocurrió la imagen de la estrella a partir de los continentes?
La tarea era diseñar la mitad de una botella que representa la manera en que estaremos conectados en 140 años ... Así que lo hice, impulsado por la idea de que en ese tiempo, ya sea a través de la comunicación, los medios, el transporte o la tecnología, vamos a estar constantemente conectados y por lazos que simplemente serán intangibles; las distancias se reducirán y cada vez estaremos más unidos, aunque no sea de manera física. Pensando de esta manera, estoy convencido de que una vez más, nos convertiremos en un mundo sólido y unido, como lo fuimos hace ya millones de años con Pangea. Además, viendo las tendencias y siendo que cada día tenemos más ejemplos que nos dejan claro que ya no es suficiente pensar local, sino mundialmente; ya no somos sólo un país o un continente sino un mundo entero.

Así que ..... una vez que estaba contento con mi diseño, lo subí a través de la plataforma que hizo Heineken por Facebook y procedí a conectar mi diseño con otra mitad hecha por otro diseñador en algún lugar del mundo. Yo conecté mi diseño con algunos, y algunos se conectaron con la mía, pero hubo uno en particular con el cual sentí realmente que mi diseño se complementaba el mío, mejor aún, se complementaban el uno al otro. Este fue el diseño de Lee Dunford de Sidney. Con esa unión la conexión estaba completa, mi parte cubriendo el mundo y cómo nos conectaremos entre nosotros, mientras que la suya cubría el espacio y el universo. No podía ser más perfecto. Además lo hizo con 140 estrellas (representando los 140 años) y la estrella central era de color rojo, lo que a mí me hizo pensar que era la mía vista a la distancia (algo así como un zoom desde el espacio a la tierra).

2. Cuánto tardaste en pensar la idea?
Pues es difícil definir cuanto tiempo exactamente me tomo desarrollar la idea del concepto final, ya que por una semana aproximadamente, estuve pensando en ideas desde que leí el brief del concurso; iba pensando en ideas sobre como reflejar la conectividad y diferentes relaciones entre personas. En el transcurso de la semana anoté diferentes ideas, posteriormente realice algunos bocetos de las mejores ideas y finalmente dibujé de manera digital tres ideas finales que mandé como propuestas al concurso (dos de éstas quedaron como 100 mejores, y una de éstas dos es fue el diseño ganador)

3. Se te ocurrieron otros caminos creativos?
No se exactamente a lo que te refieres con otros caminos creativos, imagino que te refieres a otras soluciones o propuestas creativas, y si, como te menciono en la respuesta anterior, tenía varias ideas en mente. Una de ellas era el poder hacer a la botella un poco más dinámica e interactiva, al hacerla quizá una pieza central para un juego entre personas, ya fuera como tablero o un iniciador de conversaciones. Pensé en como reflejar conexiones básicas y personales entre las personas, pensando como alternativa, que en el futuro con tantos avances y tecnología quizá un contacto directo y natural entre personas tendrá mucho más valor y significado emocional, como el pensar que un beso puede ser el símbolo más auténtico de un a conexión. Estas fueron algunas de las ideas que cruzaron mi mente mientras imaginaba las propuestas de botella, sin embargo la idea de un mundo más unido y compacto tuvo quizá una traducción gráfica más exitosa alineada con la identidad de la marca, lo cual significó que fuera seleccionada.
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4. Siempre, cuando habla de creatividad, la pregunta es obligada. Cómo se puede hacer para ser creativo?
Bueno primero que nada, creo que la mejor manera de alejar la creatividad es el pensar que es algo que simplemente se tiene o no. Todos podemos ser creativos, pero desde mi punto de vista es una cuestión de actitud e interpretación. Todo depende de como veamos las cosas y como percibamos las problemáticas. Es necesario tener una actitud positiva y abierta hacia lo que venga; todo puede ser una oportunidad si así lo quieres ver. De igual manera la confianza en uno mismo es vital, pues muchas veces al dudar inhibimos en nosotros mismos nuestro potencial creativo.
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De ahí en más, para mi es muy importante estar al pendiente de todo lo que rodea al proyecto y tratar de ser muy observador. Hacer hasta cierto punto una investigación según el proyecto nos puede ayudar y el hacer análisis de las variables de tu problemática es fundamental. El pensar en satisfacer los puntos del brief, para quien estas haciendo el proyecto, para que consumidor final se destinará, y todo aquello que podamos pensar alrededor del proyecto, nos ayuda a enriquecer fuertemente la lluvia de ideas de manera más efectiva.

Yo sigo diferentes metodologías según el proyecto, pero la verdad creo que algo muy bueno el conservar la flexibilidad en las mismas, lo más importante es que te mantengas cómodo durante el proceso.

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