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28.5.07

(t) "La Myriad es una de las tipografías más completa que hay"

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(Miguel Angel Vivanco, diseñador chileno y director del sitio Color Magenta)
Qué tipografía: 1) Usas frecuentemente? (Por qué?)
1) La Myriad es la que con más frecuencia uso, es una de las tipografías que si bien es robusta tiene esa ductibilidad dada por la "y" ,"a" y "d", además es una de las tipografías mas completas que hay. Esta claro que mi incursión en esta tipografía proviene del uso de los computadores mac.
2) Prefieres? (Por qué?)
2) uf, Carme de Rodrigo Ramírez, por su sobriedad y por privilegiar los espacios en blanco otorgandole una gran legibilidad en tipos pequeños.
3) Odias? (Por qué?)
3) No creo que haya una tipografía a la cual odiar, pero lo que "odio" es una tipografía mal empleada como lo es el caso de Comic Sans a la cual la he visto en soportes impensados como podria ser un parte de Matrimonio, y ejemplos como este hay muchos.

27.5.07

Cómo graficar las palabras, según Clarín y The New York Times

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Días pasados, el diario Clarín mostró una interesante forma de graficar las palabras del discurso político. Este recurso permitía al lector, en una forma rápida, conocer el vocabulario que manejaba cada político en su discurso. Semejante análisis cuantitativo de conteo de palabras permite cierto tipo de acercamiento cualitativo al personaje en cuestión.
El diario argentino estrenó dicho recurso con un caso que le cayó como anillo al dedo. Luego del debate entre los tres candidatos a alcalde de la ciudad de Buenos Aires, la página 8 se llenó de tortas sin porciones que trataban de mostrar los intereses de los mismos.
Por ejemplo, Mauricio Macri, candidato de la derecha, había repetido 14 veces la palabra "salud". Si era para criticar el programa de salud reproductiva, que apoyaba su contrincante peronista Daniel Filmus, nunca se sabrá con esta infografía. Esta forma muy gráfica, cuasi maniquea, puede funcionar, creemos, cuando el gráfico es repetido, haciendo un seguimiento temporal de las palabras seleccionadas. El mejor ejemplo lo encontramos en la versión online del diario norteamericano The New York Times. Se llama "The State of the Union in Words", y hace ese seguimiento temporal tomando como corpus los informes anuales a los estadounidenses a lo largo de siete años ha dado Bush. Como dice el mexicano Patricio López, "Creo que este tipo de informes ilustrados son utilísimos, pues son la única forma como los individuos comunes y corrientes podemos contextualizar las montañas de información en bruto que generan nuestros gobiernos".
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25.5.07

La Helvética es brasileña

Hoy te presentamos los textos que el director de arte del diario O Globo de Río, el brasileño Léo Tavejnhansky, y el periodista del diario Expresso de Lisboa, Luís M. Faria, escribieron sobre la Helvética en sus primeros 50 años.
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Helvetica sem fronteiras
fotoleo (Por Léo Tavejnhansky) Me surpreendeu a edição do dia 12 do semanário Expresso quando vi várias páginas sobre os 50 anos da Helvetica. Explico porque: o Expresso é um jornal de assuntos gerais e o título ocupava, de ponta a ponta, duas páginas inteiras.
O aniversário da Helvetica faz sucesso por todo lado e ultrapassa as fronteiras das revistas e sites especializados. Chega agora aos cadernos culturais, como no caso do Actual, um dos suplementos do Expresso, de Lisboa, que é publicado aos sábados.
O editor do Actual, Miguel Calado Lopes -- que autorizou a publicação do texto abaixo --, destaca a influência do Expresso no cenário de Portugal e o compara ao Observer e ao Sunday Times. "O Actual tem um staff de oito jornalistas e os críticos (cinema, música, teatro, dança, livros...) são na maioria freelancers. As suas páginas variam entre 52 e 88."
O Expresso, como nos conta o carioca Marco Grieco, editor de arte do jornal -- que nos enviou as páginas em pdf -- "tem uma circulação de 150 mil exemplares e é dividido em 4 cadernos: o principal, com o noticiário de política, sociedade e internacional; a Economia; a revista de variedades Única, impressa em papel cuchê; e o Actual"
Marco, carioca, trabalhou no Rio de Janeiro antes de viajar a Portugal. Foi inicialmente para a cidade do Porto e há um ano é o diretor de arte do Expresso. Participou em 2006, com o consulltor Javier Errea, do processo de redesenho do jornal, que obteve este ano 19 prêmios da SND, inclusive o Prêmio de Excelência pelo projeto total.
As páginas helveticas tiveram design de Marco Grieco e Mário Henriques com texto de Luís M. Faria. As fotos -- que mostram a Helvetica nas ruas de Lisboa -- são de Alberto Frias, José Carlos Santos e Ana Baião. A edição é de Miguel Calado Lopes.
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Helvética: um tipo vulgar
(Por Luís M. Faria) O tipo de letra mais usado e mais visto, aquele que nos facilita a vida com indicações de trânsito, por exemplo, não tem nada de mais. Essa é a razão do seu sucesso 50 anos depois da sua criação
O que é que faz com que um tipo de letra (ou, simplesmente, um tipo, na gíria dos gráficos profissionais) seja mais usado do que outros? Pode haver vários factores. Veja-se o caso do Helvética, um dos tipos mais populares de sempre. À primeira vista, não se destaca por qualquer sinal particular. O Helvética não é obviamente único. Não é bonito, não é excêntrico, não tem nada de excepcional. É uma letra esguia e funcional, que, exactamente pela natureza discreta, serve para quase tudo. Juntando factores de marketing, moda e razões práticas - por exemplo, o facto de uma marca informática a haver adoptado - seria inevitável tornar-se popular.
Existem milhares de tipos de letras. Todos os dias observamos dezenas. Na imprensa, por exemplo, são elemento essencial de identidade. Quantos leitores do «Público» sabem que, até há meses, este diário fazia os títulos em Bodoni, um tipo de letra do século XVIII? Eventuais saudades da imagem do anterior jornal poderão ter a ver com a letra. Não que a nova tenha algo de errado, mas é diferente da anterior. Os hábitos de convivência não se transferem de um momento para o outro. Por igual motivo, estranharíamos se os logótipos da Fnac, da Evian, da Sanyo, da BMW, da Toyota ou da Lufthansa mudassem subitamente de aspecto. O tipo em que são feitos constitui a opção corporativa por excelência. É aquele de que falámos ao início, e acaba de fazer meio século.
Raramente se comemora o aniversário de um tipo de letra, ainda por cima com um livro, um filme e uma exposição. O livro intitula-se Helvetica: Homage to a Typeface, e é escrito pelo designer Lars Muller. O filme, Helvética: A Documentary Film, tem realização de Gary Hustwitt, que antes fez documentários sobre música popular. Quanto à exposição, «50 Years of Helvetica», acaba de abrir no Museum of Modern Art (MoMA) de Nova Iorque, venerável instituição, que por acaso usa outra fonte no seu logótipo (a continuación una poderosa crónica de la muestra) - embora os menus do restaurante sejam em Helvética.
Desde logótipos a sinais de trânsito, passando por objectos dos mais variados géneros, o Helvética encontra-se hoje por todo o lado. Muller chama-lhe «o perfume da cidade». Para o designer-tipógrafo Mário Feliciano, que desenhou o actual tipo deste jornal, «seria difícil imaginar o Mundo sem ele». Referindo a divisão básica entre tipos com serifa e sem serifa (as serifas são aqueles pequenos remates não-estruturais no fim das letras), diz que o Times New Roman é o arquétipo dos primeiros, e o Helvética dos segundos.
Os sem-serifa apareceram no final do século XIX, na alba da modernidade. Nessa altura eram chamados Groteske, pela estranheza que causavam ao público. Geralmente utilizados em tamanho grande e sem muito contraste, destinavam-se a «posters» e a outras utilizações curtas, não a texto corrido. Já no início do século XX, uma nova família de sem-serifas, com círculos perfeitos e letras quadradas, reflectia o espírito da era industrial.
As décadas seguintes viram a criação de alguns tipos extraordinários, tanto modernos como antigos. Por vezes, o mesmo designer trabalhou nos dois registos. Assim aconteceu com Eric Gill. Esse génio inglês criou o Gill Sans, tipo ainda hoje visível no metropolitano londrino (e irreversivelmente associado à cidade), mas também o Joanna, um tipo quase arcaico, que continua a ser usado em texto.
Ainda mais relevante é a diferença entre o Gill Sans e, por exemplo, o Futura, um tipo surgido quase na mesma altura e destinado a texto. Enquanto aquele segue proporções romanas, este assume-se inflexivelmente moderno. «A fonte do nosso tempo», como dizia o seu autor, o alemão Paul Renner. Idêntica afirmação, curiosamente, à que muitas vezes se faria sobre o Helvética, com o qual tem afinidades.
Em 1957, o design suíço encontrava-se numa fase de renovação. Uma empresa importante, a Fundição Haas, decidiu encomendar uma versão de um tipo então muito em voga, o Akzidenz Grotesk. O objectivo era uma letra mais redonda, mais suave, capaz de fornecer uma maior variedade de pesos (negro, fino, itálico, etc.), e, portanto, susceptível de utilização mais versátil.
O designer era um ex-empregado de uma empresa, a Max Miedinger, que havia passado a trabalhador por conta própria e tinha na altura 46 anos. O produto do seu esforço foi baptizado de Neue Haas Grotesk. Anos mais tarde, a companhia-mãe da Haas decidiu comercializá-lo na Alemanha e rebaptizou-o de Helvética, uma variação sobre o nome latino da Suíça. O objectivo era associá-lo ao movimento tipográfico suíço. E uma estrela nasceu.
O generoso branco no corpo das letras compensado pelos ascendentes e descendentes relativamente curtos são duas das características que tornam o Helvética especialmente limpo e legível. Depois, há as letras individuais. Para a designer Katherine McCoy, «o 'a' minúsculo do Helvética médium é a mais bela forma em duas dimensões jamais desenhada. As suas curvas sensuais são compensadas por pontos de tensão crispada. A sua adorável barriga faz-me pensar em Mozart».
Nas três décadas seguintes, o Helvética conheceu uma enorme divulgação. Com a sua aparência neutra, era ideal para a época. Ajudado por uma promoção agressiva, e mais tarde pelo computador - foi uma das quatro fontes originais fornecidas em 1984 com o programa PostScript, que lançou o «desktop publishing» -, não teve concorrência. Até ao dia em que a empresa de Bill Gates resolveu produzir uma versão quase idêntica, vendendo-a como original. A essa derivação chamou Arial. Para um leigo, é virtualmente indistinguível do Helvética. Perceber a diferença exige reparar em detalhes quase invisíveis. Por exemplo, a pequena volta no fim do «a» minúsculo, ou o modo como uma das hastes se torna mais fina no «n», ou o topo direito nos «i» e nos «t».
Tendo o Arial proporções e peso idênticos ao Helvética, viria com o tempo a ultrapassá-lo, pelos mesmos motivos porque o Explorer ultrapassou o Netscape. Convém notar quão frágil é a protecção legal da tipografia. Defende-se mais um nome que um design, e mesmo a protecção que existe requer actualizações regulares.
Ao contrário do Netscape, porém, o Helvética não desapareceu. Se perdeu a guerra nos computadores, mantém-se à frente nos espaços externos. Basta ver a quantidade de «placards» que o usam. Quem diz «placards» diz o resto: brochuras, matrículas, letreiros, sinais de trânsito, maços de tabaco, revistas, títulos de filmes (Star Wars), «t-shirts», cartazes, objectos...
Exceptuando as grandes massas de texto, para as quais não é adequado, o Helvética tem utilização praticamente ilimitada. Aí mesmo reside o problema. A ubiquidade gera ressentimento, até por implicar falta de imaginação. Todo um momento anti-Helvética se formou, ilustrado folcloricamente pelas «t-shirts» que dizem «I Hate Helvetica» ou «Helvetica Thin - Just Say No».
O designer australiano Stephen Banham, que escreveu um livro inteiro contra a letra (Grand), acha-a aborrecida e conformista. Lamenta que em certas cidades ela se encontre por todo o lado. Assim acontece onde vive, Melbourne. Só isso já o levaria a contestar, mesmo que não existissem outros motivos.
Na base das críticas, que também surgem em manuais de tipografia, há argumentos diversos. Além da preguiça mental, acusa-se o Helvética de inadequação ao computador, ligação umbilical à sociedade de consumo, e mesmo a intenção «fascista», que lhe estaria subjacente, de uniformizar e conformar a sociedade. Afinal, o Helvética é suíço... Como se o design, e, em particular o design comercial, pudesse aspirar a mais do que vencer a concorrência.
O Helvética conseguiu isso durante muito tempo. Em virtude da popularidade, acabou por se reproduzir em ritmo acelerado, com resultados nem sempre positivos. Ao Neue Helvetica (1983), por exemplo, apontou-se falta de subtileza.
Mário Feliciano diz que o que hoje se utiliza fica aquém do original. «A versão em metal era muito bonita, muito bem feita. Cada tamanho era esculpido»; a versão digital «é uma adaptação», afirma. E há outros problemas. Sucessivas versões geram questões de substituição por vezes delicadas. O computador obriga a cada vez maiores exigências. E a própria neutralidade da letra, como a do seu país, irrita muita gente.
Pode acontecer que o Helvética, ao fim de 50 anos no topo, acabe por se revelar pouco prático. Se acontecer, não será um drama. Só uma pequena parte das letras resistem à infância. Conseguir atingir os 50 anos é excepcional. Chegar lá com a saúde do Helvética requer não apenas boa genética como um ambiente favorável. A criação de Miedinger teve tudo isso em abundância. Como a Suíça e a própria tipografia, há muito que se habituou a ser subestimado. E não deixou de aproveitar.

Helvética en el MoMA

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patricioX (Por Patricio López) “¿A quién le interesaría visitar una pequeña exhibición sobre una tipografía?” me preguntó una amiga cuando le conté de mi peregrinaje a Fifty years of Helvetica, un nichito que tiene el Museo de Arte Moderno de Nueva York para celebrar el medio siglo del tipo. “Bueno, a mí por supuesto” le contesté, “pero quizás la pregunta es ¿por qué a alguien le interesaría montar una exhibición sobre una tipografía?”. ¿Quién celebra el aniversario de una herramienta? Nadie por decir algo, festeja el cincuenta aniversario de la invención del dril neumático y su vasto impacto sobre nuestra existencia. El MoMA no va a crear una exposición sobre “las maravillas del velcro”, aún y a pesar de que la civilización occidental no sería la misma sin él.
Entonces ¿Por qué Helvética? ¿Por qué ahora?
Estoy forzando la analogía lo se. Pero la realidad es que para la gente que no es especialista (u obsesiva compulsiva de estas cosas), la idea siquiera de que una tipografía se diseña y que tiene un uso más allá de lo prosaico, más allá de ser solo “una herramienta”, es inexistente. Porque la cualidad congénita en los tipos, es una doble existencia como seres que en un primer plano representan conceptos, y en un segundo ilustraciones abstractas. No olvidemos que nuestro alfabeto, no es sino la deformación de dibujos de animales, hecha al servicio del comercio y el registro de la historia.
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Una exposición sobre una tipografía, en un museo como el MoMA, es una valoración de esta segunda función. Del signo como arte, mas allá de su significado. Montar una exposición sobre una tipografía, es desenmascarar este secreto.
Quizás este sea parte del atractivo de la tipografía, para nosotros que disfrutamos hacer notar su existencia. Son un arte casi de incógnito; como esas ilusiones ópticas que al mismo tiempo revelan una pareja que se besa, y una copa. Un secreto siempre-presente en la palabra impresa.
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Acercarse a los tipos de hierro originales es estar cerca de un relicario religioso. La fuente de la fuerza "mística" que permite que la idea “trueno” pueda cobrar vida en la palabra “trueno”. La caja negra que transmuta alquímicamente los impulsos electromagnéticos de nuestro cerebro en un diálogo físico evidente para todos.

¿Para qué visitar el cementerio Peré Lachaise en busca de la tumba de Marcel Proust ¿Por qué celebrar Bloomsday, el día ficticio del Ulises de James Joyce? ¿Para qué comprar una primera edición? ¿Por qué ponerle un altar a Helvética? Porque como seres sensuales que sentimos calor y frío, nos es indispensable tocar, degustar, oler y mirar. Porque la palabra manifestada de una forma física nos tranquiliza con la realidad de que no somos esquizofrénicos. Que lo que sentimos y pensamos, otros entienden.
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Hacer presente el nebuloso mecanismo de nuestra conciencia es asegurarnos que no somo los habitantes de un macabro sueño de Borges.

Helvética durante cincuenta años ha logrado transmutar las ideas en manifestaciones físicas de una forma tan completa que nuestra vida, en todos los sentidos, se ve sumergida secretamente en ella. Mirar su uso en tan diversos contextos en una exposición, es una forma de comprobar que el símbolo continua siendo válido y vital, aún y después de cinco décadas. El tipo de manifestación creativa perfectamente bien ingeniada, que bien merece su lugar en un museo de arte moderno.
Más fotos del MoMA, aquí.

24.5.07

Mañana, Helvética por dos

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Primero, el periodista mexicano Patricio López nos presentará una exposición muy especial: los 50 años de la tipografía helvética.
Y después el director de arte del diario O Globo, el brasileño Léo Tavejnhansky, nos mostrará cómo el diario portugués Expresso escribió sobre esta tipografía, en la edición del sábado pasado.

Un abanico visual para todos los gustos

El editor de infografía del diario La Voz del Interior, de Córdoba, Juan Colombato, disertante de nuestras Segundas Jornadas Universitarias sobre Diseño de Información, nos cuenta, en exclusiva, cómo fue el Taller colombiano de la Society For News Design. Ayer te presentamos, la visión de uno de los ponentes, el director de la SND Latina, el brasileño Luiz Adolfo(Cuartas Jornadas Universitarias sobre Diseño de Información).
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colombato(Por Juan Colombato) Todos los que estamos en esto y principalmente en diario, no podemos estar al margen de lo que se dice y lo que se hace sobre diseño de información. Y un buen lugar para debatirlo, es en este tipo de seminarios.
El aprendizaje y la riqueza de esto, no está sólo en ir a escuchar, sino a compartir opiniones, experiencias y debatir sobre las nuevas tendencies o lo que se hace en otras latitudes del planeta.
En ese sentido y sin forzarlo, el Seminario de Periodismo Gráfico, se dió así. No había fronteras entre los conferencista y los oyentes ávidos de aprender y decir.
Sin dejar de cumplir su rol de críticos, los exponente, se disponían a escuchar experiencias y métodos de trabajo diferenciados de cada latitud del “continente latinoamericano”: Perú, Ecuador, Panamá, Honduras, México, Venezuela, Colombia mismo, y con un sólo representante, Argentina; para dar su visión.
En las tres jornadas intensivas, se pudo conjugar un ida y vuelta entre locutores y receptores con pelota dividida, que hasta los mismos exponentes se la disputaban. Con opiniones enfrentadas entre un brasileño (Luiz Adolfo) y un colombiano (Vladdo) sobre si es mejor tapar parte del logo de una portada para que se luzca más la foto o viceversa, o un español-argentino-peruano (Xabier Díaz) que aparecía del extremo de la sala para levantar la frente y colocarla en el ángulo de una página y marcar la importancia de los puntos de lectura en una pieza gráfica, que puede ser desde una infografía, hasta una página diseñada con el relato fotográfico de un ecuatoriano (Pablo Corral) que se mete en la intimidad de los personajes.
El concepto que marcó las jornadas, dado por la variedad de profesionales, es que la información visual, no es propia ni del diseño gráfico, ni de la edición fotográfica, y ni de la infografía o la ilustración. Es simplemente la conjunción de todas. Sólo cambian las herramientas y los lenguajes para plasmarla.

Tomando nota de algunos puntos que dejaron las conferencias:
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-El primero de todos, Iñaki Palacios (director de Cases I Associats), arrancó con una exposición de paso firme y marcado sobre el rediseño de diarios poniendo como indispensable tener una fuerte conexión con el director del diario para poder establecer como punto de partida una estrategia antes de ponerle el ojo en la marca, los colores, las columnas, la publicidad, o cualquier otro elemento que conforman las páginas.
Uno de esos ejemplo de estrategia, fueron el rediseño de los diarios Clarín (Argentina) o el Jornal de Noticias (Portugal) que por ser diarios multitarget se le realizaron cambios graduales de diseños. Es un proceso de acción y efecto para preparar al lector a un cambio importante.
Entre otras cosas, la base de un buen rediseño radica en una maqueta bien definida para que interactúen los diferentes elementos y para poder marcar niveles de lectura. Para esto es muy importante el trabajo en equipo entre redactor y diseñador:“Es muy importante crear entradas de lecturas con estrategias previas”, “esto sin lugar a dudas es más trabajo para el redactor, porque implica que salga de la redacción convencional para crear niveles de textos”.
Junto a esto es necesario hacer bibliotecas de premaquetas para automatizar la producción editorial diaria y tener más tiempo para las páginas que necesitan un tratamiento diferenciado en su diseño.
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-Casi pisándole los talones, le siguió el gran Luiz Adolfo Lino de Souza, que habló del diseño de diarios en Brasil a partir de la competencia de diarios regionales que se hicieron interregionales, y la creación de los primeros diarios tabloide en los ’60 y de la conversión de los sábanas a tabloide en relación a los primeros.
También expuso, con experiencia personal, sobre la sinergia entre diarios como el “Zero Hora” (Porto Alegre) y el “Diario Catarinense” (Florianópolis), son diarios de un mismo grupo, que al ser diseñados con un mismo formato, tipografías, etc. pueden intercambian páginas completas.
Por ultimo mostró el proceso de diseño de un diario popular (Diario Gaúcho), que dio como resultado una puesta gráfica que mucho tiene que ver con la gráfica de las calles, el entorno del lugar y la gente que lo lee, demostrando que muchas veces, la práctica supera a la teoría.
Y para cerrar, una frase que no hay que olvidar: “El diario más fácil para el lector, es el más dificil para el redactor y el diseñador”.
vladdo
-“El tamaño no importa”, fue el título de la charla de Vladimir Flores (Vladdo), diseñador, caricaturista, periodista y director-orquesta de un diario de carácter politico opositor a ultranza del gobierno de turno en Colombia. El título, hace referencia a su gran obra de diseño. Un diario, pequeño por su cantidad de páginas pero que no pasa inadvertido a la hora de tener impacto visual, llamado “Un Pasquín”.
Un diseño simple que no tiene publicidad y que le da gran importancia a lo visual, utilizando todo tipo de elementos que sirvan para comunicar. Un festival de diseño editorial, tipografías, ilustraciones y fotomontajes al servicio del impacto.
Un diario que vale la pena ver cómo se pueden usar todos los lenguajes gráficos que tengamos a manos, sin perder la identidad y la simpleza.
pablocorral
-Luego le tocó el turno a la fotografía, que si bien uno como diseñador, se sentía un poco ajeno al tema, Pablo Corral, fotógrafo ecuatoriano que entre otros medios trabaja para la National Geographic, habló “simplemente” de la intimidad entre el fotógrafo y el lugar, con una palabra que lleva como bandera. Lograr la empatía, estar en sintonía, acercarce física y emocionalmente a la persona, al lugar y sus costumbres. En una hora difícil de la siesta y con una manera simple, humilde y tranquila de decir las cosas, logró poner a todo el salon en sintonía con lo que estaba contando. “No hay fotos reales y auténticas, si no hay empatía”, “el fotógrafo se tiene que involucrar con el lugar y el personaje, con lo que le está pasando, “se busca que el retratado se olvide del fotógrafo.
Nos cuenta: “las fotografías en la Natgeo, se usan como una ventana periodística para transportarlo hacia esas culturas de cualquier parte del mundo. Pero para eso la revista tiene un largo proceso editorial y hasta a veces demasiado burocrático para poder lograrlo. El fotógrafo se interna varios meses, hasta un año, para lograr el trabajo periodístico. Luego en conjunto con el editor de fotografías y el diseñador, seleccionan las mejores fotos y se manda a un consejo editorial, que puede ser aprobado para publicar, o en caso contrario, se manda al fotógrafo a seguir trabajando.
El trabajo en conjunto de todas las partes permite que la puesta en página, sea un verdadero relato periodístico de las fotografía. “No sirve de nada hacer un buen trabajo fotográfico si el proceso que sigue en la página no está bien hecho”.
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-Al final de una larga jornada, le tocó el turno a la infografía. Xabier Díaz de Cerio. Además de conocer distintas culturas desde adentro (trabajó en distintos diarios de España, Argentina, y Perú, lugar que reside actualmente), hay una que la supo contra como nadie. En el diario “El Comercio” (Perú), a partir de estadísticas de la baja comprensión de lectura en las escuela del Perú y de comprobar que los manuales de historia o de enseñanza tenían información desactualizada, elaboró distintas infografías que tienen que ver con la cultura del país. Su charla se basó, en cómo por medio de infografías con rigor periodístico, se puede ayudar a los estudiantes a que se interesen por aprender.
A diferencia de muchas recetas que se dicen, Xabier explica como se puede armar una sección de infografía en cualquier diario sin tener infografístas: Lo primero que hay que hacer es ver qué tipo de profesionales hay alrededor. Luego, tener una constante interacción con la redacción, e imponer el trabajo en equipo, involucrando editores, diseñadores y fotógrafos. “Debemos saber que hay que dar soluciones a los problemas o argumentar si no los hay, con lenguaje de periodista y de diseño para que se respeten las decisiones y no tener que lidiar con gráficos que poco informan y sólo sirven para decorar páginas.
Para explicar cómo armar una infografía, se refirió a dos herramientas básicas del periodismo, que bien corresponden a cómo contra una historia con imágenes:
La infografía tiene que contener los géneros periodisticos: Dónde, Qué, Quién, Cómo y Cuándo. Y los estilos periodísticos: Descripción, Narración y Argumentación, entre otros.
Otro tema muy importante de entender, es la cantidad de información que debe llevar un gráfico. “La infografía es la parte que flota de un eisberg”.
En síntesis, un gran despliegue de herramientas para conocer la cocina de una infografía, y la relación con los que manejan las noticias.
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-Diego Bermúdez (diseñador y docente de la Universidad Javeriana de Colombia) con muy poco tiempo, dió un pantallazo analítico de la gráfica urbana como fuente de riqueza para el diseño de una ciudad. Entendiendo en un punto, que la identidad de un diario latinoamericano se puede armar con la gráfica del entorno de cada país.

Para terminar, lo que está claro, es que el diseño de información tiene muchas aristas que no hay que dejar de lado, y mientras existan estos seminarios de múltiples miradas, se puede seguir diseñando con la información.

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